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  • Voo Cargueiro: Exportações do RN têm expectativa de crescimento

Tribuna do Norte - RN
2015-07-10 00:00:00
 Por Nadjara Martins

Exportações do RN tendem a crescer

No primeiro mês de operação, o voo cargueiro MD-11F (Natal à Frankfurt) transportou, em média, 23 toneladas de cargas do Estado

O primeiro mês de operações do avião cargueiro MD-11F, que liga Natal à Frankfurt, na Alemanha, não encontrou resposta imediata dos exportadores potiguares. Em média, 23 toneladas de cargas oriundas do Estado foram transportadas por voo – apenas 25% da capacidade total do cargueiro. A rota atende, principalmente, a fruticultura potiguar, que vê na Europa o principal mercado consumidor. Produtores defendem, porém, que a retomada das exportações se inicia agora, com o início da safra da fruticultura: a Caliman, maior produtora de mamão do Estado, aumentará a exportação de 20 toneladas para 50 toneladas de mamão a partir do próximo domingo (12). Já a Doce Mel, com produção no RN e na Paraíba, vai iniciar as exportações de melão pelo aeroporto.

 

De acordo com a Lufthansa Cargo, 130 toneladas foram transportadas nos primeiros cinco voos cargueiros. O primeiro, no dia 7 de junho, partiu de Natal com apenas 14 toneladas de carga embarcada no Rio Grande do Norte. Outras 50 toneladas foram embarcadas em Viracopos, São Paulo, de onde a aeronave parte. Para a companhia, apesar de o início das operações ser em período de entresafra – ou seja, baixa demanda –, a rota é considerada positiva.

“A partir de setembro, espera-se um aumento da demanda de frutas para exportação e, claro, um aumento na capacidade utilizada em Natal em relação à Viracopos no voo compartilhado”, ressaltou Eduardo Faria, suporte comercial e de Marketing para a América do Sul, Caribe e Flórida da companhia. O Consórcio Inframérica, administrador do aeroporto Aluízio Alves, informou que o incremento no volume de cargas transportadas dentro do terminal chegou a 20%.

O voo será mantido em “período de testes” por quatro meses, como forma de avaliar a demanda local. De acordo com a Receita Federal, as cargas transportadas durante os primeiros voos também eram oriundas da Paraíba e de Pernambuco. “A lotação não atingiu, mas isso já era esperado, até porque um voo no início das operações se comporta desta forma”, avalia Jorge Luiz da Costa, auditor de controle externo da Receita Federal. Na avaliação de Costa, a rota se tornou atrativa para a companhia alemã por três fatores: a infraestrutura aeroportuária, a redução da alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação e a redução do tempo de conexão com a Europa. Há uma economia de três horas de viagem no voo que liga Natal à Frankfurt, se comparada a rota com saída de São Paulo.


Retomada

Nos últimos anos, o mercado exportador encolheu no Rio Grande do Norte. A cotação do dólar em baixa prejudicava a competição no mercado externo, bem como a crise Européia, principal consumidor das frutas potiguares, e a contínua redução da oferta de voos para o Rio Grande do Norte. Um exemplo da situação do segmento exportador foi o fim das exportações pela empresa Del Monte, maior produtora de banana do RN. Dentro do segmento, há divergências quanto ao impacto da chegada do novo voo.

Para Átila Feitosa, proprietário da empresa de logística de exportação Hunos, não há grande expectativa de resposta imediata do setor produtivo. “Como o dólar está extremamente favorável, há uma tendência de que se aumente as exportações, mas isso ainda não aconteceu. Como todo mundo estava com o freio puxado nos últimos anos, não é de uma hora para outra que você volta a produzir, é preciso respeitar um ciclo”, analisa.

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, entre janeiro e maio de 2015, as exportações de fruta somaram US$ 85,4 milhões – 9% a menos que o registrado no mesmo período do ano passado. Embora o mamão e o melão tenham crescido junto ao mercado externo, a banana reduziu em 88% as exportações.

A Caliman pretende aumentar as exportações de 90 palets por semana para até 200 palets ao longo do semestre. “Vai aumentar (a exportação), a tendência é que aumente. O que existe é uma questão de adaptação, quando você lida com agricultura nada acontece de um tempo para outro”, afirmou José Antônio Facini, representante regional da Caliman.

Os produtores, porém, continuam utilizando outras rotas, visto que o cargueiro atende apenas uma demanda semanal. “Há uma melhora significativa pois, além de não pagar o frete (rodoviário), eu tenho mais opções de distribuição”, afirma o diretor comercial da paraibana Doce Mel, que exporta cerca de 70 toneladas por semana de mamão. “Mesmo com o voo sempre vamos ter que usar outros, pois quem escolhe onde quer receber a carga é o nosso cliente”, pontua. Quando maior a malha aérea, porém, maior a possibilidade da carga ser escoada pelo terminal potiguar.


Fluxo das ExportaçõesFluxo das Exportações

 

 

 

 

 

 

Voos da Lufthansa
Exportação do RN por voo

7 de junho de 2015:
14,2 toneladas
Destinos: Alemanha e Suíça


14 de junho de 2015:
16,5 toneladas
Destinos: Alemanha e Suíça


21 de junho de 2015:
24,7 toneladas
Destinos: Alemanha, França, Reino Unido, Suíça


28 de junho de 2015:
34 toneladas
Destinos: Alemanha, França, Portugal, Reino Unido, Suíça


7 de julho de 2015:
25 toneladas
Destinos: Alemanha, Reino Unido, Suíça

 

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